SUMÁRIO

 

PREFÁCIO

1 INTRODUÇÃO

2 A PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL E RECURSOS DIDÁTICOS

2.1 Deficiência visual: definição, causas e avaliação funcional

2.2 Recursos didáticos para pessoas com deficiência visual

2.2.1 Recursos didáticos para pessoas cegas

2.2.2 Recursos didáticos para pessoas com baixa visão

3 INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA: FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA E DO ENSINO SUPERIOR

3.1 Inclusão de alunos com deficiência em sistema regular de ensino

3.1.1 Princípios, fundamentos inclusivos e dimensões

3.1.2 Fatores pragmáticos necessários para a inclusão

3.2 Inclusão de alunos com deficiência visual em Instituição de Ensino Superior (IES)

3.2.1 A Estratégias e procedimentos de ingresso ao ensino superior e o atendimento diferenciado para candidatos com deficiência visual

3.2.2 Serviços, programas e/ou laboratório de apoio para alunos com deficiência visual em IES

4 METODOLOGIA

4.1 Considerações teórico-metodológicas

4.2 Desenho geral

4.3 Os sujeitos

4.4 O local

4.5 Etapas da investigação

4.6 Técnicas, instrumentos e procedimentos

4.7 Aspectos éticos implicados na pesquisa

5 RESULTADOS: A INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL NA UFC

5.1 Parte I – História dos alunos com deficiência visual da UFC e suas concepções sobre inclusão

5.2 Parte II – A Universidade Federal do Ceará

5.3 Parte III – Ingresso de alunos com deficiência visual na UFC

5.4 Parte IV – SALA DE AULA: há inclusão dos alunos com deficiência visual  no contexto das disciplinas em que estão matriculados?

5.5 Parte V – Coordenação de curso e outras instâncias acadêmico-administrativas: há inclusão dos alunos com deficiência visual na instituição UFC, fora da sala de aula?

5.5.1 Instâncias acadêmicas

5.5.2 Instâncias administrativas

6 CONSIDERAÇÕES FINAIS

REFERENCIAS

APÊNDICES

ANEXO

A inclusão de alunos com deficiência visual na Universidade Federal do Ceará: ingresso e permanência na ótica dos alunos, docentes e administradores

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Características

A obra tem a finalidade de contribuir para um debate sobre a educação de alunos com deficiência visual, que se organiza com base nas diferenças, singularidades e na maximização das suas potencialidades. A inclusão destes alunos no ensino superior é um direito e estudos têm demonstrado como as universidades precisam se organizar para lhes oferecer condições acessíveis, tanto no ingresso quanto na formação. Seguindo esta perspectiva, a obra apresenta a história da inclusão na Universidade Federal do Ceará (UFC) sendo marcada inicialmente por ações pontuais e sem articulação entre si, modificando-se a partir de 2005, com a realização e continuidade do Projeto UFC Inclui. A criação tanto de comissão para propor políticas de acessibilidade, quanto da Secretaria de Acessibilidade UFC Inclui, institucionaliza as ações inclusivas, fortalecendo-as, política e pragmaticamente. Na UFC, o fenômeno da inclusão apresenta-se, em maior grau, em alguns contextos, e em menor grau, em outros. A obra evidencia a salas de aula, cinco disciplinas foram consideradas inclusivas; duas parcialmente inclusivas e duas não inclusivas, com base em vários parâmetros. Administrativamente, as coordenações de curso e demais setores demonstraram não ter clareza sobre a adoção de medidas inclusivas. Ainda que tenha havido pouco reflexo das ações inclusivas da UFC na trajetória acadêmica dos alunos com deficiência visual, a organização atual desta instituição quanto a políticas e ações inclusivas permite prever uma mudança significativa em futuro próximo.

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