SUMÁRIO

 

PREFÁCIO

APRESENTAÇÃO

CAPÍTULO 1: SOCIEDADE DO CONHECIMENTO: UMA ESTRATÉGIA IDEOLÓGICA DO CAPITAL EM PROL DE SUA AUTORREPRODUÇÃO

1.1 A Sociedade do Conhecimento e o suposto fim do trabalho e da luta de classes

1.2 Conhecimento: a suposta base da produção da riqueza na dita nova sociedade

CAPÍTULO 2: A NEGAÇÃO DO VALOR-TRABALHO: O ATUAL RETORNO HIPERMISTIFICADO DA TEORIA DO VALOR-UTILIDADE

2.1 O valor-trabalho: da descoberta científica à sua mistificação pelo valor-utilidade

2.2. As atuais inflexões ideológicas acerca do substrato do valor: mais uma vez, a negação do valor-trabalho

CAPÍTULO 3: O LUGAR DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO NO CONTEXTO DE CRISE ESTRUTURAL

3.1 As respostas do capital para a incontrolabilidade de sua lógica

3.2. Sociedade do Conhecimento: reconfiguração da tecnoestrutura como resposta contemporânea do capital à crise hodierna

3.3. Desenvolvimento científico e tecnológico: da destruição produtiva à produção destrutiva em benefício da intensificação do domínio sobre o trabalho

CONSIDERAÇÕES FINAIS

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

O conhecimento como paradigma produtivo no contexto da crise estrutural do capital

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Características

O livro consiste em um estudo, à luz da ontologia marxiano-lukacsiana, do caráter pragmático e mercantil que assume o conhecimento no atual contexto histórico de crise estrutural do capital. Para o desenvolvimento do assunto, parte-se da exposição de alguns elementos postos por autores que defendem a existência de uma pretensa Sociedade do Conhecimento – baseada no desenvolvimento das tecnologias da informação e da comunicação –, cujo desdobramento imediato incide sobre a negação do trabalho, numa tentativa de cancelá-lo e afirmar o conhecimento como categoria central do ser social.

Demonstra-se que essa dita sociedade representa uma tese falsa, mas que é extremamente necessária ao capital para a continuidade de sua lógica, posto que a negação do trabalho desdobra-se nos seguintes problemas teórico-práticos: culmina na negação do valor, medido pelo tempo de trabalho socialmente necessário para produzir determinada mercadoria; aponta o conhecimento como medida do valor; alimenta o mercado do conhecimento, vendido como qualquer mercadoria; responsabiliza cada indivíduo pelos dramas humanos agudizados no contexto de crise estrutural.

Nesse contexto, em que a existência da humanidade é posta em xeque, a ciência e a tecnologia foram postas a serviço do complexo industrial-militar em nome da produção de descartáveis, utilizando-se da estratégia da redução do tempo de vida útil das mercadorias. Tal papel que assumem a ciência e a tecnologia é posto em posição antagônica à satisfação das genuínas necessidades humanas, em nome da sustentabilidade do próprio capital, não importando, evidentemente, o futuro da humanidade e do planeta.

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